
Ela pensa em você
as vezes até demais
gosta de lembrar do seu jeito engraçado.
Ela não se cansa de esperar
naquele mesmo portão, enferrujado.
Ela está vendo que a rua continua deserta
ainda sim, todos os dia, antes de dormir
insiste em deixar a porta aberta.
Ela não tem medo do que pode acontecer
Mas será possível?Quando é que ela vai aprender?
Ela foi trabalhar,
deixou um bilhete pra você quando chegar.
Ela chora todos os dias
sem que ninguém perceba
e tenta encontrar alegria
num simples copo de cerveja.
E quando ela chega em casa e não te vê,
morre mais um pouco do seu coração
Então ela jura batendo no peito
que se você voltar não terá perdão
mas não tem jeito...
E ela volta pro portão.
A noite toda, todos os dias.
Sorrindo ela vê na Lua
o brilho da boca tua!
Bruna Sampaio
as vezes até demais
gosta de lembrar do seu jeito engraçado.
Ela não se cansa de esperar
naquele mesmo portão, enferrujado.
Ela está vendo que a rua continua deserta
ainda sim, todos os dia, antes de dormir
insiste em deixar a porta aberta.
Ela não tem medo do que pode acontecer
Mas será possível?Quando é que ela vai aprender?
Ela foi trabalhar,
deixou um bilhete pra você quando chegar.
Ela chora todos os dias
sem que ninguém perceba
e tenta encontrar alegria
num simples copo de cerveja.
E quando ela chega em casa e não te vê,
morre mais um pouco do seu coração
Então ela jura batendo no peito
que se você voltar não terá perdão
mas não tem jeito...
E ela volta pro portão.
A noite toda, todos os dias.
Sorrindo ela vê na Lua
o brilho da boca tua!
Bruna Sampaio
4 comentários:
E depois?
Mais tarde na cama ela esquece tudo e no dia seguinte tudo recomeça.
Ai o amor...
Esses conflitos entre a razão e a emoção, entre o querer e o não querer.
abraços
lindo poema, foi bom vir aqui.
maurizio
Olá, querida,
Coisa doce e terna, este poema. Eu me 'derreti' quando li: '...a rua continua deserta...ela insiste em deixar a porta aberta...'
Amei isto.
E, talvez isto fosse mesmo bom. Deixarmos portas abertas... Lindo!
Beijos.
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