
Não há palavras, nem mais nada
não há desculpas para os impulsos
Não há pensamentos para o silêncio
não há diálogo, está calada
Não há sonhos, ou ao menos pesadelos
Não há desapego ou desprezo
Não há carinho, ardor ou zêlo
Não tem criança
a fera não amansa
assassinaram a esperança
esquece da lembrança
Não há patetas...poetas
Não há dizeres certos
não há olhares tristes
não há frascos de remédios
Não há AMOR, nem coração para fazê-lo
Não há beleza , não existe disposição
Não há projetos...incertos
Já não existe obsessão
Deve de haver LUTA em algum "canto"
Onde conseguem gritar, derrotar
Deve de haver FORÇA, vontade
Sonhos de viver nesse lugar
Onde a FOME não há
Bruna Sampaio
não há desculpas para os impulsos
Não há pensamentos para o silêncio
não há diálogo, está calada
Não há sonhos, ou ao menos pesadelos
Não há desapego ou desprezo
Não há carinho, ardor ou zêlo
Não tem criança
a fera não amansa
assassinaram a esperança
esquece da lembrança
Não há patetas...poetas
Não há dizeres certos
não há olhares tristes
não há frascos de remédios
Não há AMOR, nem coração para fazê-lo
Não há beleza , não existe disposição
Não há projetos...incertos
Já não existe obsessão
Deve de haver LUTA em algum "canto"
Onde conseguem gritar, derrotar
Deve de haver FORÇA, vontade
Sonhos de viver nesse lugar
Onde a FOME não há
Bruna Sampaio
Nenhum comentário:
Postar um comentário