
Sábado
Nem dor nem prazer
Nem verdade nem ilusão
Só o som da tarde de sábado
Só o sol da tarde quente
Só o barulho da gangorra
Em um dia tão bonito
Nada pode incomoda - la
Nem a solidão
Ela só quer observar
Lembrar de seus tempos de menina
Correndo na tarde de sábado
Comendo laranja depois do almoço
Ela não quer se preocupar
se o sábado pode acabar
do mesmo jeito que começou...
Ela só quer sentir o calor do sol
Lindo, forte, cativante...
Ela sempre se atrai quando as qualidades são boas...
E nessa tarde bonita
O sol é o máximo que ela pode ter
A única coisa pra chamar de sua
Sentada no meio do silêncio profundo
Ela só espera o sol se pôr
Pra perder o pouco que ainda lhe resta,
E dar adeus a mais um sábado perdido...
Bruna Sampaio
Nem dor nem prazer
Nem verdade nem ilusão
Só o som da tarde de sábado
Só o sol da tarde quente
Só o barulho da gangorra
Em um dia tão bonito
Nada pode incomoda - la
Nem a solidão
Ela só quer observar
Lembrar de seus tempos de menina
Correndo na tarde de sábado
Comendo laranja depois do almoço
Ela não quer se preocupar
se o sábado pode acabar
do mesmo jeito que começou...
Ela só quer sentir o calor do sol
Lindo, forte, cativante...
Ela sempre se atrai quando as qualidades são boas...
E nessa tarde bonita
O sol é o máximo que ela pode ter
A única coisa pra chamar de sua
Sentada no meio do silêncio profundo
Ela só espera o sol se pôr
Pra perder o pouco que ainda lhe resta,
E dar adeus a mais um sábado perdido...
Bruna Sampaio
2 comentários:
Triste, porém belo!
E a foto é minha hein...rs
Te amo minha rainha!
Beijos!
Oi, Bruna.
Estou super feliz em reler-te.
Texto bem reflexivo e introspectivo. Talvez palavras tristes...
Texto ou contexto, muito bom.
Abraços,
Mai
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